Padre pede excomunhão de 14 senadores por defender aborto

Um sacerdote católico está convocando bispos a excomungar 14 senadores católicos americanos que votaram na semana passada contra a proibição de abortos tardios.

Muitos bispos geralmente se recusam a repreender publicamente os políticos, que se dizem católicos, mas defendem o aborto.

Não é o caso do padre Dwight Longenecker. Ele convocou sacerdotes para negar a comunhão católica aos senadores pró-aborto:

Hoje é o dia em que os bispos devem emitir uma declaração formal reconhecendo que esses homens e mulheres negaram publicamente sua fé católica.

O padre também apontou a realidade da infração cometida por figuras públicas que se identificam como católicas apesar de apoiar publicamente o aborto.

Uma vez que a ofensa deles é pública, deve ser reconhecida publicamente e seus líderes religiosos devem repreendê-los publicamente e negar-lhes acesso aos sacramentos.

Longenecker concluiu com um pedido destinado aos fiéis:

Se os bispos e os sacerdotes não fizerem isso, os fiéis nas suas paróquias e nas dioceses devem se levantar e reclamar através de cartas, e-mails e a única coisa que realmente os deixará preocupados: reter suas contribuições.

Semana passada, o Senado norte-americano reprovou projeto de lei que pretendia proibir realização de abortos após 20 semanas de gravidez, uma vez que diversos lugares dos Estados Unidos promovem abortos em gestações após 5, 6 ou 7 meses de gestação.

Marjorie Dannenfelser, presidente da ONG Susan B. Anthony Lista, declarou:

Votar para manter a brutalidade do aborto tardio legal não é apenas moralmente abominável, mas desafia o consenso nacional e é uma grande responsabilidade política.

 

Com informações de: [LifeSiteNews]
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

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