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1/3 das cidades do Brasil têm epidemias por falta de saneamento básico

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Dengue, zika e chikungunya afetam principalmente os mais pobres, que esquerda jura defender.

Qual é o principal problema do Brasil? Se você consultar as faculdades e DCEs da vida, vai descobrir que é o machismo, o racismo, a homofobia, a transfobia ou talvez a apropriação cultural. Mas a realidade dura dos fatos é bem diferente.

Notícia de O Globo mostra que, em 2017, 34% dos municípios do País registraram uma epidemia ou endemia relacionadas ao saneamento básico, segundo pesquisa do IBGE.

“O levantamento”, conta a reportagem, “registrou que, nos últimos 12 meses anteriores à entrevista, 26% de todos os municípios registraram epidemias ou endemias de dengue; 23% de diarreia; 17% de verminoses, entre outras”.

Tem mais: “no Nordeste, 29% dos municípios informaram a ocorrência de endemias ou epidemias de zika, e 37% de chikungunya”.

Nada menos que 1.501 municípios reportaram endemias ou epidemias de dengue.

Dengue, zika e chikungunya estão todas fortemente associadas à falta de serviços de saneamento. A oferta irregular de água, por exemplo, faz com que as pessoas a estoquem em reservatórios, que, muitas vezes, servem de local de reprodução dos mosquitos. O acúmulo de lixo nas casas nas ruas, decorrente da coleta irregular, também favorece o acúmulo de água.

Qual é o principal problema do Brasil? Bom, depois dos homicídios, provavelmente são lixo, dengue, diarreia, e verminoses.

 

Adaptado da fonte Senso Incomum

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