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1 mês depois, Folha segue sem apresentar provas contra Bolsonaro

Jornal segue sem apresentar um único documento comprovando que o presidente eleito se beneficiou do suposto esquema de propaganda eleitoral irregular.

“Empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno”, diz a jornalista Patrícia Campos Mello no primeiro parágrafo de sua controversa matéria no jornal Folha de S. Paulo.

Publicada no dia 18 de outubro, faltando 10 dias para o segundo turno da eleição presidencial, a jornalista da Folha acusou empresários apoiadores de Jair Bolsonaro de investir milhões de reais para impulsionamento de mensagens no WhatsApp.

“A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada”, alertou a jornalista.

Hoje, 18 de novembro, o tradicional jornal de viés esquerdista segue sem apresentar um único documento comprovando que o presidente eleito se beneficiou do suposto esquema de propaganda eleitoral irregular.

Em texto publicado neste domingo (18), no próprio site da Folha, a jornalista Paula Cesarino Costa fala sobre a matéria de Campos Mello:

A construção técnica do texto e dos enunciados — da primeira página e internos — poderia ser mais precisa e transparente. Faltaram detalhes que corroborassem as evidências, mesmo sem que fontes fossem reveladas. Essa fragilidade gerou dúvidas nos leitores. Serve de alerta. Obriga a Folha a não esmorecer nem dar por encerrada a investigação.

Enquanto isso, um dos empresários denunciados pelo jornal, Luciano Hang, dono das lojas Havan, continua pedindo para a Folha apresentar um único contrato mostrando seu envolvimento com o “escândalo do WhatsApp”, conforme noticiou a Renova Mídia.

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