10 meses de prisão para refugiado africano que estuprou sueca

Um refugiado da Eritreia cumprirá apenas 10 meses de prisão após ter estuprado uma mulher da Suécia. Além do tempo curto de pena, ele também não será deportado.

O imigrante, que tem 19 anos, forçou uma mulher contra a parede e a estuprou. O crime aconteceu na região central de Uppsala, na Suécia.

A sentença inicial foi de um ano e três meses de prisão, já que, por alegar ter apenas 18 anos quando cometeu o crime, escapou da pena mínima de 2 anos. Com a regra dos dois terços da Suécia, a pena foi reduzida para 10 meses.

A procuradoria pediu, então, que o estuprador fosse deportado para a África. Porém, a corte da cidade decidiu que ele pode continuar no país após o cumprimento da sentença, isto porque, de acordo com a corte, “não foi um crime tão sério” e “a permanência dele no país não causaria tanto risco à ordem pública”.

Outro motivo para a recusa da deportação foi a alegação da Swedish Migration Board, que descobriu que o refugiado seria indiciado no seu país natal caso fosse deportado.

 

Traduzida e adaptada de Voice of Europe e Fria Tider

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