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10ª edição do Outubro Rosa alerta para o câncer de mama

A campanha do Outubro Rosa reforça a importância de um diagnóstico precoce do câncer de mama em todo o Brasil. Fique atenta aos sinais e procure um médico.

Uma das campanhas de saúde mais importantes do planeta chega à décima edição.

O Outubro Rosa não foi exatamente instituído por uma pessoa, pois no fim do século XX, alguns estados americanos promoviam ações isoladas de conscientização sobre a doença.

Aos poucos, as iniciativas foram amplificadas e ganharam visibilidade, até o Congresso dos Estados Unidos oficializar outubro como o mês nacional de prevenção ao câncer de mama.

Com uma verdadeira cruzada para promover a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce e tratamento adequado do câncer de mama, o Outubro Rosa deste ano tem ainda como objetivo estimular a formação de redes de apoio pela internet.

Em 2008, quando a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) trouxe a campanha, a projeção de novos casos era de 49 mil. Para 2018, a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de 60 mil, segundo informações do O Dia.

A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia do Rio, Sandra Gióia, advertiu:

A população brasileira ainda está muito aquém do esperado em relação ao conhecimento sobre saúde mamária. A gente tem que trabalhar muito com educação, que é a base de tudo.

Autoexame da mama

A única forma de prevenção do câncer de mama, além de manter hábitos saudáveis de vida, é a detecção precoce, segundo informações de A Tribuna.

Por isso, o autoexame da mama é necessário, em especial para as mulheres adultas, até o fim da vida, pelo menos uma vez por mês. Preferencialmente, o exame deve ser feito quando a mulher não está menstruada.

É possível fazê-lo olhando as mamas de frente ao espelho, com os braços abaixados, depois com eles atrás da cabeça e também sobre a barriga. A função é perceber se há alguma mudança no aspecto visual, como tamanho, forma e cor das mamas, assim como inchaços, abaixamentos, saliências ou rugosidades.

Tocar nos seios é ainda mais importante. A apalpação pode ser feita durante o banho, com uma mão atrás da nuca e outra partindo do bico do seio para movimentos circulares e em toda a extensão mamária. Qualquer caroço, mudança ou líquido são motivos para ir ao mastologista, que vai indicar mamografia ou ultrassonografia.

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