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Pelo menos 400 manifestantes foram detidos em várias cidades nos protestos contra o regime islâmico do Irã.

A ditadura iraniana está respondendo com violência aos protestos. Pelo menos 13 pessoas já morreram, enquanto outras centenas foram presas.

Ontem (01/01), um policial foi assassinado a tiros durante uma manifestação na cidade de Najaf Abad.

Embora a manifestação inicial na quinta-feira (28/12) tenha sido um protesto contra o alto custo de vida e as dificuldades econômicas, à medida que se espalharam, adquiriram um caráter mais político, chegando a questionar o sistema clerical que surgiu com a revolução de 1979 e até mesmo sua máxima autoridade, o líder supremo, atualmente o Aiatolá Ali Khamenei.

A espontaneidade dos protestos, que se espalharam para quase todas as cidades, e o tipo de slogans não apontam para nenhuma tendência política em especial.

A população aproveitou o impulso das manifestações para expressar seu mal-estar tanto com a situação econômica quanto com um sistema que não dá respostas aos seus problemas.

No entanto, as lideranças do Irã não pensam assim e classificaram os protestos como ilegais.

O acesso às redes sociais Telegram e Instagram de dispositivos móveis voltou a ser suspenso. A internet foi cortada em várias cidades para impedir que informações sobre a força dos protestos fossem propagadas.

 As autoridades acusam grupos “contra-revolucionários” com sede no exterior de utilizar estas redes para convocar manifestações e utilizar coquetéis Molotov e armas de fogo.
Com informações de: (1) (2) (3)
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