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2.500 anos atrás chineses fumavam maconha em rituais

2.500 anos atrás chineses fumavam maconha em rituais
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Pesquisa indica que “parece provável” que chineses conheciam também a capacidade da cannabis para tratar doenças.

A maconha já era fumada de forma ritual no oeste da China há 2.500 anos, provavelmente durante ritos funerários, segundo cientistas do Instituto Max Planck, da Alemanha, e da Academia Chinesa de Ciências Sociais.

Esta conclusão foi obtida através da análise de restos de objetos achados em vários túmulos, os quais apontam que o tipo usado continha altas quantidades do agente psicoativo mais potente da planta.

O estudo, que foi publicado na última quarta-feira pela revista Science Advances, contém “as primeiras evidências claras” até o momento do uso da maconha pelas suas propriedades psicoativas.

Os resultados da análise dos restos de dez vasos de madeira usados como queimadores milênios atrás mostraram uma coincidência exata com a assinatura química da cannabis, em particular com a que contém uma alta quantidade de THC, o agente psicoativo mais potente da planta.

Os dados obtidos pelos pesquisadores indicam que a população sabia que havia tipos específicos de plantas e interagiam com elas.

“Acredito que podemos dizer com bastante segurança que a maconha foi empregada em algum tipo de prática ritual funerária ou mortuária”, afirmou o diretor de laboratório do Instituto Max Planck para Ciência da História Humana, Robert Spengler, segundo o site UOL.

Ainda não está claro se a cannabis tinha outros usos na sociedade, mas “parece provável” que conheciam também a capacidade da planta para tratar certos sintomas e doenças, segundo um comunicado do Max Planck.

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