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37 dias antes do incêndio no Museu Nacional, arquiteto alertou MPF

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Representação foi feita por arquiteto ao Ministério Público Federal (MPF) 37 dias antes de as chamas destruírem todo o acervo do lugar. Preocupação maior era com o terceiro andar do prédio.

Um arquiteto, o nome é mantido em sigilo, fez ao Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro uma denúncia de que havia risco de incêndio no Museu Nacional. O relato foi feito em 27 de julho passado. Ou seja, 37 dias antes das chamas destruírem o acervo do prédio histórico.

No documento, o denunciante informava que era “urgente” a vistoria no local: “Principalmente, no terceiro andar, para que se dê ciência à sociedade carioca e brasileira da real dimensão do risco que corre seu patrimônio”, explicou na representação.

As informações foram recebidas pelo procurador da República Antonio Augusto Soares Canedo Neto, que pediu explicações à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pela gestão do Museu Nacional.

A UFRJ foi procurada para explicar por que demorou a responder ao MPF. Até o momento, não foi obtida nenhuma resposta.

 

Adaptado da fonte G1

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