7 maiores roubos de arte da história

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Não resta dúvidas que o roubo de uma obra de arte pode mudar o curso de sua trajetória.

O roubo de uma obra de arte pode mudar o curso de sua trajetória para sempre, principalmente quando a peça nunca mais é recuperada. 

Isto, infelizmente, já aconteceu em variadas ocasiões mundo afora.

A prática, cometida desde a época dos piratas, se especializou com o tempo e a tecnologia disponível, sendo praticada até hoje, de formas cada vez mais curiosas.

Veja a seguir 7 dos maiores roubos de arte que já aconteceram.

7. Picasso e Portinari são roubados do Masp

Em 2007, durante a mudança no turno dos seguranças do Masp, em São Paulo, criminosos deixaram o museu levando duas pinturas: 

Retrato de Suzanne Bloch”, de Picasso, e “O Lavrador de Café”, de Portinari

Na época, os quadros foram avaliados em US$ 50 milhões.

A polícia localizou os quadros. Os criminosos foram presos e afirmaram que o roubo foi encomendado por uma pessoa pública.

“O Lavrador de Café”, de Portinari

6. “Flores de Papoula”, Van Gogh

Flores de Papoula”, quadro pintado por Van Gogh, em 1887, foi roubado do museu Mohamed Mahmoud Khalil em Gizé, no Egito.

A obra é avaliada entre US$ 50 milhões e US$ 55 milhões.

O roubo levou 11 funcionários do ministério da cultura egípcia a renunciarem aos cargos.

Até hoje o quadro não foi encontrado.

“Flores de Papoula”, Van Gogh

5. “Retrato de uma Dama”, Klimt

Avaliada em US$ 60 milhões, a obra “Retrato de uma Dama”, de Klimt, desapareceu em 1997.

O roubo aconteceu durante as preparações para uma exibição na Galleria d’Arte Moderna em Placência, na Itália

A obra permaneceu sumida por mais de duas décadas. Em 2018, ela foi reencontrada por um jardineiro.

“Retrato de uma Dama”, de Klimt

4. Obras roubadas na Holanda podem ter sido queimadas

Obras de gênios da pintura foram levadas do Museu Kunsthal, em Roterdã, na Holanda, em apenas três minutos. 

A estimativa do valor das obras varia entre US$ 26 milhões e US$ 100 milhões

5 pessoas foram presas por conexão com o crime, mas obras nunca foram encontradas. 

A mãe de um dos criminosos disse que os quadros foram queimados.

A perícia nas cinzas, no entanto, foi inconclusiva.

Museu Kunsthal, em Roterdã, na Holanda.

3. “O Grito”, Munch

Diferentes versões de “O Grito”, de Munch, já foram roubadas mundo afora.

Em 1994, ladrões entraram no Museu Nacional em Oslo, na Noruega. Quatro homens foram presos, em 1996 por conexão com o crime. A obra foi recuperada.

Já em 2004, uma outra versão do quadro foi roubada do Museu Munch, na mesma cidade norueguesa.

A obra foi recuperada em 2006. Seis pessoas foram presas.

“O Grito”, de Munch

2. Grande roubo no Musée d’Art Moderne de la Ville

Em 2010, cinco grandes obras da arte moderna foram levadas do Musée d’Art Moderne de la Ville, em Paris, capital da França.

O ladrão Vjeran Tomic estudou o museu, visitando-o repetidas vezes.

Os quadros roubados pelo criminoso estavam avaliados em US$ 500 milhões.

Tomic recebeu a sentença de oito anos de prisão.

“Pastoral”, de Matisse

1. Museu Isabella Stewart Gardner

30 anos depois do roubo ao museu Isabella Stewart Gardner, em Boston, nos Estados Unidos, os itens ainda não foram encontrados.

A Polícia Federal dos EUA (FBI) estima um valor de US$ 500 milhões para a coleção surrupiada.

Se passando por policiais, ladrões entraram com facilidade no museu.

Horas depois, deixaram o local com quadros de valor inestimável para a história da arte como “O Concerto”, uma das 34 obras conhecidas de Vermeer, além de três peças de Rembrandt, cinco de Degas e uma de Manet.

“O Concerto”, de Vermeer

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