PUBLICIDADE. ANUNCIE AQUI!

A campanha difamatória contra Olavo de Carvalho

COMPARTILHE

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no reddit
Compartilhar no email
PUBLICIDADE. ANUNCIE AQUI!
Artigo escrito pelo colaborador Carlos Júnior

Não é necessário ser um grande conhecedor da política e do pensamento brasileiro para notar a importância que o professor, filósofo e escritor Olavo de Carvalho tem. Embora a maioria esmagadora dos brasileiros tenha tomado conhecimento de suas obras e ideias com a vitória de Jair Bolsonaro na eleição presidencial em 2018, a trajetória do intelectual brasileiro mais impactante nos nossos dias já vem de muito tempo.

As difamações e os ataques também. Desde a publicação de ‘’O imbecil coletivo’’, Olavo vem sofrendo ataques dos que ele retratou fielmente: o establishment ‘’intelectual’’ brasileiro. Recordo a fala do jornalista e político de esquerda Milton Temer: ‘’O Olavo de Carvalho não é para ser comentado’’. Por muito tempo foi conveniente aos almofadinhas iluminados ignorar o seu trabalho. Vez ou outra, seu nome era citado em tom de deboche, mas o desprezo foi o artifício escolhido para tentar apagar sua obra e suas ideias.

Agora é diferente. A vitória de Bolsonaro é o marco de uma grande virada não só política, mas cultural e moral também. Muitas pessoas são responsáveis por este movimento espontâneo que derrotou o establishment, e elas tiveram em Olavo de Carvalho uma grande referência intelectual. Não é de se espantar que o grande derrotado da ocasião preparasse uma campanha de assassinato de reputação contra o presidente eleito, seus indicados, eleitores e aliados políticos. A cereja do bolo, é claro, não poderia ser outra além do próprio Olavo.

Em um artigo publicado no jornal ‘’O Globo’’, temos mais uma constatação da óbvia intenção em acabar com a reputação do professor Olavo. Três professores universitários comentam sobre uma aula on-line de Olavo sobre Immanuel Kant, filósofo alemão que, como diz a matéria, foi um dos principais nomes do iluminismo.

O título da matéria diz muita coisa: ‘’Olavo de Carvalho está errado e não entendeu Kant, dizem três nomes de destaque da academia brasileira’’. Em um país onde a maioria esmagadora lê apenas o título da matéria, fica claro logo no começo a intenção de o desmoralizar. Quantas pessoas têm opiniões divergentes sobre diversos temas? Nem por isso se pode afirmar com tanta presunção que divergir é sinônimo de desconhecimento. Fosse qualquer outro a ser o protagonista de tal artigo, o título seria outro, pois a intenção também seria outra.

Ao ler o artigo, o leitor pode perceber o quanto preciso foi o diagnóstico do professor Olavo em ‘’O imbecil coletivo’’ sobre as classes intelectuais brasileiras. Maurício Keinert, um dos ‘’especialistas’’ ouvidos pelo jornal, diz que ‘’Kant se posicionava contra o dogma, mas não necessariamente contra a religião católica’’. Ora, os dogmas católicos são a base da própria Igreja. Como alguém ataca a base de alguma coisa sem necessariamente atacar a coisa em si? Parece uma afirmação dita por um menino de ginásio – e seria até perdoável. Mas ela foi proferida por um professor universitário da USP, maior universidade do país. Sinal da péssima qualidade do ensino e dos professores do nosso país.

O resto dos comentários dos três ‘’especialistas’’ em Kant são pura fofoca, sem coisa nenhuma dentro, apenas mero achismo para tentar desqualificar o professor Olavo. Não à toa a expressão ‘’guru do bolsonarismo’’ é usada para se referir a ele.

Quando debateu com Alexandre Dugin, cientista político e professor universitário russo tido como importante influência de Vladimir Putin, Olavo aplicou uma baita sova intelectual em Dugin – quem quiser constatar isso é só ler ‘’Os EUA e a Nova Ordem Mundial”. Os ditos intelectuais de esquerda, por mais burros e presunçosos que fossem, viram o naipe de quem odiavam e escolheram não o encarar de frente.

Sem méritos e quilate intelectuais a altura de Olavo de Carvalho, o assassinato de reputação foi o modus operandi escolhido para tentar pará-lo. Os três patetas da vez fizeram isso, assim como o igual pateta Ruy Fasto o fez em artigo na Folha de S. Paulo. Na falta de aprofundamento em sua obra, os rótulos simplistas são utilizados para tentar ridicularizá-lo.

Para tristeza do establishment, Olavo não sofre nenhum arranhão com as inúmeras tentativas de colocá-lo em um nível rasteiro – semelhante ao da intelectualidade brasileira. Cada vez mais os brasileiros o conhece e vão conhecendo seus livros. Se há alguma esperança do Brasil ter de voltar uma alta cultura, em Olavo e seus alunos estão depositadas tal esperança.

Referências: [1][2][3][4][5] 
Artigo escrito pelo colaborador Carlos Júnior

Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da RENOVA.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE. ANUNCIE AQUI!

TÓPICOS

COMPARTILHE

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no reddit
Compartilhar no email
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE. ANUNCIE AQUI!
PUBLICIDADE. ANUNCIE AQUI!

Encontrou um erro?

Para comunicar um erro de português, de informação ou técnico, preencha o formulário abaixo.