A carreira militar de Jair Bolsonaro

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A carreira militar de Jair Bolsonaro
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O presidente eleito Jair Messias Bolsonaro decidiu seguir a carreira militar em 1970, quando teve seu primeiro contato com as tropas do Exército Brasileiro que foram até a cidade de Eldorado no encalço do terrorista Carlos Lamarca, que comandava ações de guerrilha no Vale do Ribeira.


De forma discreta, aos 15 anos, o jovem Jair Bolsonaro participou da caça ao terrorista. Conhecedor das matas que circundam a cidade, o futuro presidente indicava possíveis esconderijos aos militares.

No ano de 1973, aos 18 anos de idade, Bolsonaro foi aprovado na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), na cidade de Campinas, em São Paulo.

No final do mesmo ano, após refletir, resolveu prestar o concurso para a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), localizada na cidade de Resende, no Rio de Janeiro, e foi aprovado.

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Na época que Bolsonaro ingressou na AMAN, as 38 vagas oferecidas pela Academia foram disputadas por 40 mil inscritos, trata-se de um dos cursos mais concorridos do país e que oferece uma sólida formação com base de complexidade similar à de um curso de Engenharia, sendo comparado ao da West Point, Academia Militar do Exército do Estados Unidos.

Quando Bolsonaro integrou a Brigada de Infantaria Paraquedista, apenas 35 dos 250 alunos matriculados, concluíram e se tornaram membros da elite.

Após se especializar em paraquedismo, no ano de 1977, serviu como Aspirante Oficial no 21º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC), na cidade do Rio de Janeiro.

De 1979 a 1981, serviu ao 9º GAC, na cidade de Nioaque, no Mato Grosso do Sul. Bolsonaro ainda conquistou o primeiro lugar em uma turma de 45 alunos, na Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx), em 1982 e cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO), em 1987.

Em setembro de 1986, Bolsonaro concedeu uma entrevista à revista “Veja“, em que reclamava dos baixos salários. Ele acabou preso por 15 dias no quartel por esse episódio, fato que culminou na abertura de uma investigação pela cúpula do Exército.

Bolsonaro foi acusado de ter planejado um atentado a bomba, ocaisonando uma varredura em sua vida pessoal e profissional. Entretanto, o Superior Tribunal Militar (STM), depois de um longo processo e comprovação de exames grafotécnicos que isentaram Bolsonaro de ter planejado e desenhado tal plano, absolveu o militar de todas as acusações.

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