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A censura ferrenha implementada pela ditadura de Maduro

A censura ferrenha implementada pela ditadura de Maduro

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Durante os 20 anos de chavismo, as TVs foram expropriadas, e muitos jornais não aguentaram a pressão e as ameaças da ditadura.

Luisa Amelia Maracara é editora do site venezuelano “Crónica Uno“, dedicado a temas políticos, mas principalmente aos relacionados à liberdade de expressão.

Luisa é ex-repórter de economia do tradicional jornal “El Nacional“. Em dezembro de 2018, o periódico deixou de circular em papel por conta de pressão econômica imposta pela ditadura de Nicolás Maduro.

​”Cada vez sabemos menos sobre o que acontece em muitos estados, porque não existem mais jornais e os meios digitais têm dificuldades para se manter, por censura ou por falta de patrocínio”, conta Luisa ao jornal brasileiro “Folha“.

Com a crise econômica e a hiperinflação, Luisa alertou que “cada vez se compram menos smartphones, se usa menos internet”, o que dificulta a transmissão de informação. “Estamos retrocedendo nisso também”, lamentou.

O público de seu site é definido como de classe média. Porém, no último mês, conta que a audiência tem crescido dentro e fora da Venezuela, por conta do interesse pelos últimos acontecimentos políticos no país latino-americano.

Luisa considera grave a situação de “apagão informativo” tanto nos bairros mais pobres da capital Caracas como no interior do país.

“Os meios de Caracas sempre tiveram correspondentes regionais ou colaboradores. Isso foi sumindo, a censura regional é intensa”, afirmou a jornalista.

“Assim vivemos aqui”, diz Luisa. “Eu só espero o dia em que vou poder titular a ‘home’ do meu site com a saída de Maduro.”

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