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A dúvida de Temer sobre o reajuste salarial do Judiciário

Temer ainda não decidiu se sanciona ou veta reajuste de 16,4% para ministros do Supremo, que trará impacto superior a R$ 4 bilhões nas contas públicas.

O presidente do Brasil, Michel Temer, estaria aguardando o fim do auxílio-moradia, prometido como “compensação” ao aumento de 16,4% do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com efeito cascata no funcionalismo.

Segundo informações do Estadão, o presidente do STF, Dias Toffoli, estaria aguardando a sanção do aumento pelo presidente da República para pautar o julgamento do auxílio-moradia.

O impacto nas contas públicas com o efeito cascata para outros órgãos da União e Estados é estimado em pelo menos R$ 4,1 bilhões. De acordo com O Antagonista, “o acordo é blefe, pois o impacto do reajuste é muito maior do que o fim do benefício”.

O governo Temer orientou voto favorável. Senadores emedebistas defenderam que a medida não causará aumento para além do teto de gastos, que só permite a reposição da inflação, e que Judiciário e Ministério Público terão de remanejar gastos.

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