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A eleição mais acirrada da história do Senado

A eleição mais acirrada da história do Senado
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Podemos apenas conjecturar sobre o cenário político brasileiro durante esta importante sexta-feira (1º), mas uma coisa é certa: a disputa pela presidência será mais acirrada no Senado do que na Câmara.

De maneira inédita, há chances reais de o MDB perder o controle do Senado depois de quase 20 anos, de uma mulher concorrer ao comando do Congresso, de haver um segundo turno, ou de um candidato se eleger com o apoio de menos da metade dos parlamentares.

O plenário do Senado já está lotado na tarde desta sexta-feira (1º) para o início da sessão que dará posse aos novos senadores e elegerá o presidente da Casa.

A um dia da votação, nove senadores se declaravam abertamente candidatos ou são tratados pelos pares como tais:

  • Alvaro Dias (Podemos-PR);
  • Ângelo Coronel (PSD-BA);
  • Davi Alcolumbre (DEM-AP);
  • Espiridião Amin (PP-SC);
  • Major Olímpio (PSL-SP);
  • Reguffe (sem partido-DF);
  • Renan Calheiros (MDB-AL);
  • Simone Tebet (MDB-MS);
  • Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Com exceção de Renan Calheiros, todos os participantes deste grupo de senadores tenta conseguir a implementação do voto aberto na eleição para Presidência do Senado.

O voto aberto é visto como a principal ferramenta para impedir que o emedebista Calheiros alcance o seu quinto mandato como presidente do Senado Federal, conforme noticiou a RENOVA.

Segundo informações publicadas por “O Antagonista” alguns minutos atrás, o parlamentar Tasso Jereissati decidiu que não vai se candidatar à presidência do Senado. Ele vai apoiar Davi Alcolumbre, do DEM.

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