A precariedade das Forças Armadas da Alemanha

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A precariedade das Forças Armadas da Alemanha
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Para um país tão grande – a Alemanha é a quarta maior economia do mundo – pode parecer estranho ter um Exército relativamente mal equipado.

A Alemanha quer ter 70% de sua capacidade pronta para combate a qualquer momento, mas informes recentes mostram que essa meta está bem distante da realidade.

Apenas um terço dos 97 tanques, aviões de combate e helicópteros de nova fabricação estão prontos para combate, informou o jornal “Die Zeit“, em outubro de 2018.

Nem submarinos nem grandes aviões de transporte estavam prontos para a decolagem no final do ano passado, segundo um relatório militar de fevereiro.

O mesmo relatório diz que os aviões de combate, tanques, helicópteros e barcos existentes se encontravam em condições “dramaticamente ruins”.

Ao redor de 21 mil postos de oficiais permanecem vagos, o que tem forçado o governo da Alemanha a procurar reforços em nações estrangeiras, conforme noticiou a RENOVA.

As condições do equipamento militar foram foco de atenção no fim do mês passado quando a chanceler alemã Angela Merkel teve que voar ao encontro do G20 na Argentina em um avião de passageiros devido a uma falha técnica em um dos aviões de longa distância do Exército.

A recorrente escassez de equipamentos nas Forças Armadas do país europeu contrasta com o dinamismo da indústria bélica alemã, quarto exportador mundial de armas em 2017, segundo dados do Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo (SIPRI, em inglês).

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