Acampamento pró-Lula em Curitiba perde forças

Desde a chegada do ex-presidente Lula na cela da Superintendência da PF em Curitiba, o bairro Jardim Santa Cândida virou palco de relações conflituosas.

Do alto, um drone da Polícia Federal registrou imagens diárias desde 7 de abril e comprova o esvaziamento do acampamento organizado pelo PT e pelo MST em defesa do petista.

Nas duas primeiras semanas, após a chegada do ex-presidente, cerca de 500 militantes formavam o acampamento, com barracas espalhadas nas ruas do bairro e sobre as calçadas.

Desde o dia 17, no entanto, a vigília é formada por cerca de 70 pessoas, segundo a organização, que passaram a dormir em barracas em um terreno alugado há 800 metros do ponto principal dos protestos.

De acordo com informações do Estadão:

Os moradores se organizaram em grupos de WhatsApp para trocar informações e buscar a remoção dos “invasores”. Eles também passaram a isolar os jardins de suas calçadas com fitas de segurança para tentar impedir montagem de barracas e a ocupação pelos apoiadores de Lula.

A Justiça Federal recebeu até aqui pedidos de remoção de Lula da PF – e consequentemente dos manifestantes – de quatro frentes: dos moradores, da prefeitura de Curitiba, de um deputado estadual e da própria Polícia Federal. Nenhum deles ainda foi julgado.

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

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