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Confusão entre adolescente pró-Bolsonaro e advogado foi resolvida

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A confusão foi resolvida após um acordo amigável entre as partes, segundo informações da Conexão Tocantins.

O advogado Edy César dos Passos e os pais do adolescente de 14 anos que se envolveram em uma confusão durante um ato popular contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da república no último sábado, 29, fizeram um acordo extrajudicial que pôs fim ao desentendimento.

Pelo acordo, ambos renunciam ao direito de moverem ações uns contra os outros devido ao fato ocorrido, seja nas esferas cívil, criminal e administrativa. No acordo os pais do menor também se comprometeram a retirar os vídeos sobre o assunto que foram postados nas redes sociais – depois da confusão a mãe do menor gravou um vídeo relatando sua versão do acontecimento que viralizou na internet.

O advogado e os pais do menor também reconheceram no documento que se excederam em seus atos, reconhecendo os reflexos negativos das atitudes e exposição dos atos.

Matéria original publicada pelo portal Dia, do R7.

Advogado é presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB e coordenador de campanha de um candidato ao governo do Tocantins.

Um adolescente de 14 anos vestido com uma camiseta do candidato Jair Bolsonaro (PSL) foi agredido por um advogado de Palmas, no Tocantins.

No vídeo, é possível ver a discussão entre o adolescente e o advogado. Quando o jurista aparece com um “bastão”, o menino o atinge com spray de gengibre.

O caso ocorreu na conhecida Praça dos Povos Indígenas, na capital de Tocantins, a poucas quadras da casa do jovem.

Em um vídeo, a mãe do adolescente, Glaucia Branchina, conta que o filho sempre anda de bicicleta na praça com um amigo. O advogado foi identificado porque um colega filmou a placa do automóvel.

Segundo a mãe, Glaucia, o jovem foi ameaçado pelo advogado que estaria usando bastão de Baseball e utilizando uma faca.

Em sua rede social, a prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro, lamentou o ocorrido com o adolescente.

Por meio de nota, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Estado do Tocantins, lamentou o fato e afastou o presidente da Comissão dos Direitos Humanos da OAB:

 

Adaptado da fonte Dia Online

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