Português  English  Español  Italiano  Français  Deutsch
Português  English  Español  Italiano  Français  Deutsch

Advogado diz que Epstein não demonstrava tendências suicidas

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Advogado diz que Epstein não demonstrava tendências suicidas

Epstein podeira enfrentar até 45 anos de prisão. O mistério em torno de sua morte se aprofundou com seu suposto suicídio. Ele tinha conexões com algumas das pessoas mais poderosas do mundo.

O bilionário Jeffrey Epstein demonstrou preocupação com sua vida após suposta tentativa de suicídio em presídio de Nova York no final do mês de julho.

Autoridades do Centro Correcional Metropolitano de Nova York disseram que foi uma tentativa de suicídio, mas o advogado criminalista David Schoen, que visitou Epstein no dia 1º de agosto, tem outra opinião.

Schoen esteve conversando com Epstein semanas antes do suposto suicídio e deliberando se deveria ou não assumir o caso que as autoridades haviam trazido contra o bilionário.

Mantido preso sem fiança por tráfico sexual de menores, além de acusações de conspiração, Epstein sempre se declarou inocente.

Em conversa com a jornalista Sara Carter, o jurista Schoen disse que ele estava a poucos dias de representar oficialmente Epstein quando soube de sua morte.

Schoen disse que teve uma conversa com Epstein no dia 1º de agosto que durou cinco horas.

O advogado garantiu que o bilionário não demonstrava tendências suicidas e, em vez disso, parecia aliviado que Schoen se juntaria à sua equipe legal enquanto eles trabalhavam em sua defesa.

“Ele temia consequências se falasse sobre o que aconteceu no primeiro incidente ”, disse Schoen, em referência a primeira suposta tentativa de suicídio de Epstein.

A reunião foi interrompida quando a psicóloga da cadeia veio visitar Epstein. Segundo relato de Schoen, ele parecia aberto para falar com ela.

Esta foi a última vez que o jurista falou com seu futuro cliente Jeffrey Epstein, que foi encontrado morto na cela de uma prisão de Nova York, no último sábado, 10 de agosto.

O presidente norte-americano, Donald Trump, pediu, nesta terça-feira (13), uma investigação completa sobre a morte do bilionário dentro de uma penitenciária federal dos Estados Unidos.

Compartilhe

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no telegram
Compartilhar no reddit
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email