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Advogados de Adélio podem deixar o caso após sumiço do financiador

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Advogados de Adélio podem deixar o caso após sumiço do financiador
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Advogado de Adélio Bispo de Oliveira, o esfaqueador de Jair Bolsonaro, revela ter recebido parte do pagamento em dinheiro vivo. Inquérito apura suspeita de participação do PCC no atentado.

Oito semanas após a facada que mudou as eleições, permanece o mistério: quem financia os advogados de Adélio Bispo de Oliveira, esfaqueador confesso de Jair Bolsonaro (PSL)?

Em nova entrevista à Gazeta do Povo, o advogado Zanone Manuel de Oliveira Junior reafirma que o pagador é alguém que conheceu Adélio em uma igreja evangélica. Mas agora a pessoa deixou de manter contato.

Zanone Junior conta que recebeu parte do pagamento em dinheiro, no próprio escritório do advogado, através de um emissário enviado pelo fiador da defesa de Adélio.

“Fez o pagamento, ficou devendo a outra parte e não voltou mais”, afirma o advogado.

Perguntado se poderia deixar o caso pela falta de pagamento, o advogado diz que ainda não tem uma decisão e que, ‘por experiência própria’, o caso deve levar de seis a sete anos até chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Enquanto isso, o segundo inquérito aberto pela Polícia Federal para investigar o ataque contra Bolsonaro está investigando as relações entre a equipe jurídica defendendo Adélio e a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), conforme noticiou a Renova Mídia.

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