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Agressor de Bolsonaro mostrou lucidez em audiência, diz procuradora

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A avaliação da procuradora contrasta com a alegação de insanidade mental. A defesa de Adélio Bispo de Oliveira diz que vai pedir laudo psiquiátrico.

A procuradora da República Zani Cajueiro, do Ministério Público Federal em Juiz de Fora (MG), que atua no caso do ataque ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), afirmou que Adélio Bispo de Oliveira, preso em flagrante pelo atentado, mostrou “lucidez e coesão” em seu raciocínio na audiência de custódia.

A avaliação da procuradora contrasta com a alegação de insanidade mental que a defesa do pedreiro de 40 anos tem feito.

A procuradora afirmou:

No que tange à lucidez, no curso da oitiva na audiência de custódia, o raciocínio do preso era absolutamente coeso, sem lacunas. Externalizou que discordava do candidato Bolsonaro em vários pontos. Não demonstrou a princípio nenhum sinal de insanidade mental.

Uma dentre os três procuradores que atuam na Procuradoria da República no Município de Juiz de Fora, Zani Cajueiro frisou que o investigado tem segundo grau completo e se mostrou bem articulado ao depor sobre o crime que confessou.

Segundo ela, Adélio Bispo de Oliveira disse que não gostaria que Bolsonaro fosse presidente da República porque acha que teria algum tipo de perseguição a certos grupos.

Adaptado da fonte Estadão

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