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AGU cobra MTST, MST e CUT por vandalismo durante protesto

AGU cobra MTST MST e CUT por vandalismo durante protesto
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A Advocacia-Geral da União (AGU) está pedindo pelo menos R$ 105 mil de Guilherme Boulos, líder do MTST, e de lideranças do MST e CUT.

O valor cobrado é relativo ao prejuízo causado pelo vandalismo e a interdição de ruas e avenidas durante atos contrários à Reforma da Previdência, no ano de 2017, em Brasília.

Guilherme Boulos destacou que a ação da AGU chegou “exatamente na semana em que Bolsonaro quer apresentar a sua Reforma da Previdência”.

O extremista de esquerda que lidera o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto alegou estar sendo alvo de uma “perseguição judicial” do governo do presidente Jair Bolsonaro.

Em mensagem publicada no Facebook, Boulos declarou:

“Repito mais uma vez: Não vão nos intimidar com perseguição judicial. Vamos às ruas em defesa dos direitos!”

Ele também publicou uma trecho da ação judicial que recebeu. Na imagem, podemos ler os pedidos da AGU:

“Devido à baderna promovida, a União se viu privada de um dia de produtividade dos servidores federais lotados no Ministério da Fazenda e no Ministério do Trabalho e Emprego, razão pela qual há de ser ressarcida, também, pela quantia equivalente a um dia de trabalho de todos os servidores ali lotados.”

E também:

“Decretar a integral procedência do pedido, para efeito de condenar os representantes da coletividade ré, solidariamente, ao pagamento mínimo de R$ 105 mil, correspondentes ao valor estimado dos prejuízos causados pela depredação.”

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