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Alckmin vira réu por lavagem de dinheiro, corrupção e caixa 2

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Ao lado de sindicalistas, Alckmin fala em corrigir reforma trabalhista
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PSDB emitiu uma nota onde “reitera sua confiança na idoneidade do ex-governador Geraldo Alckmin”.

A Justiça Eleitoral de São Paulo aceitou, nesta quinta-feira (30), uma denúncia do Ministério Público (MP) contra Geraldo Alckmin (PSDB), ex-governador de São Paulo, por corrupção passiva, caixa dois e lavagem de dinheiro. 

Alckmin se tornou réu no processo ao lado do então tesoureiro da sua campanha em 2014, Marcos Monteiro, e do ex-assessor do governo, Sebastião Eduardo Alves de Castro.

A denúncia foi aceita pelo juiz Marco Antonio Martin Vargas, titular da 1ª Zona Eleitoral da capital. Na decisão, segundo o site Congresso em Foco, o magistrado declarou:

“Os depoimentos dos colaboradores e das testemunhas, somados aos elementos de corroboração acostados nos autos, em tese, perfazem conjunto de indícios, por ora, capaz de reforçar a convicção sobre o envolvido dos denunciados no complexo esquema de solicitação e recebimento de vantagens indevidas em razão de função política, omissão de dados à Justiça Eleitoral e lavagem de capitais, supostamente erigido para dissimular os fins ilícitos dos grupos políticos e empresariais apontados.”

O Ministério Público acusa Alckmin de receber mais de R$ 11 milhões da Odebrecht durante as campanhas de 2010 e 2014 para o governo de São Paulo. Alckmin foi citado na delação de executivos do grupo.

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