Amazon denunciada por vender livros extremistas islâmicos no site

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Um livro escrito por Osama Bin Laden, com uma descrição que classifica o terrorista afegão como “um homem pela paz” e “inspiração para milhões”, está sendo vendido pela Amazon na Grã Bretanha.

Livros proibidos nas prisões do país e outras obras pró-jihad banidas na Inglaterra são vendidas livremente no site da Amazon, além de livros antissemitas e a favor da supremacia branca.

Apesar de serem vendidos por terceiros através do market place da empresa, a Amazon está sendo acusada de estar arregimentando fundos para terroristas, o que levou políticos britânicos a exigir uma investigação policial sobre o tema.

Alguns livros podem inclusive ser adquiridos para entrega expressa no dia seguinte.

A maior questão é entender como o maior varejista online pode apresentar tais títulos em seu site, algo que claramente ultrapassa a “liberdade de expressão”, ao clamar que quem não segue a fé islâmica sejam extirpados.

Entre os vários títulos disponíveis está Milestones, considerada a bíblia de recrutamento jihadista, banida no Reino Unido há anos.

Parte do questionamento policial é descobrir quem é o vendedor efetivo deste material, o que não isenta a Amazon de sua responsabilidade como plataforma de vendas, uma vez que sites como Facebook e Google também vem sendo pressionados a suprimir tais materiais, algo ainda pendente em relação à gigante do varejo online.

Além de material pró-jihad, também é encontrado livremente na Amazon uma grande variedade de livros e filmes antissemitas, com negação do Holocausto e material responsabilizando os EUA pelos ataques de 11 de Setembro.

A Amazon quando questionada se limitou a dizer que havia removido um dos livros anti-semitas, a Sinagoga de Satã.

 

Traduzida e adaptada de Daily Mail

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