América Latina nunca mais será a mesma após êxodo venezuelano

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Grupos de ajuda humanitária estimam que entre 1,6 milhão e 2 milhões de venezuelanos deixarão sua nação neste ano, nesta que é a maior crise migratória da América Latina em décadas.

Colonizadores de todo o Brasil construíram esta cidade do século XX, criando um espaço urbano ordenado, repleto de gramados com palmeiras e parques bem cuidados. Seus moradores viviam em relativo isolamento, com os forasteiros mais comuns sendo os tamanduás vagando pela selva amazônica.

Depois vieram os venezuelanos, saindo de seu país na maior crise migratória da América Latina em décadas.

Ondas de recém-chegados estão sobrecarregando Boa Vista, inundando hospitais e provocando um aumento de 1.000% nas chamadas de emergência para a polícia.

As escolas estão se esforçando para colocar placas bilíngues para os estudantes de língua espanhola que chegam ao Brasil.

Milhares de migrantes estão vivendo nas ruas, dispostos a trabalhar por um terço dos salários dos brasileiros. Campos de refugiados surgiram no núcleo urbano, dando origem a temores de guetos de longo prazo.

Grupos de ajuda humanitária estimam que entre 1,6 milhão e 2 milhões de venezuelanos deixarão sua nação neste ano, escapando da ditadura Maduro, da hiperinflação e da desesperada escassez de alimentos e remédios.

A esse grupo soma-se 1,5 milhão de refugiados da Venezuela que saíram entre 2014 e 2017. Cerca de um em cada 10 venezuelanos deixarão seu país em um período de quatro anos.

 

Adaptado da fonte Gazeta do Povo
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