João Amoêdo diz que “candidatura de centro é marketing do status quo”

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O Partido Novo propõe uma renovação política em 2018 através da figura de João Amoêdo, empresário e pré-candidato à Presidência da República.

O pré-candidato concedeu entrevista por telefone ao jornal Money Times e foi questionado “De Luciano Huck a Geraldo Alckmin, como vê os nomes citados para a coalizão de centro atual?

A resposta de João Amoêdo foi a seguinte:

Há dois eventos: o julgamento de Lula no dia 24 e, no início de abril, a etapa de definição das candidaturas. Ficará mais claro, por exemplo, se Luciano Huck vai ou não. O que tem me chamado a atenção é que me parece que a candidatura de centro está sendo usada muito como marketing do status quo. Porque isso nos remete à ideia do equilíbrio, uma candidatura que não é nem o Bolsonaro, da extrema-direita, nem o Lula, da extrema-esquerda, e é uma busca pelo equilíbrio.

Entretanto, ela é feita pelos partidos tradicionais: PMDB, PSDB, DEM. Certamente é difícil imaginar que esses partidos tradicionais queiram mudar muito esse modelo que temos hoje, queiram aprofundar as operações da Lava Jato, queiram eliminar mordomias políticas, eliminar recursos públicos a partidos. Esse candidato de centro é muito mais um candidato do status quo.

Eles estão com muita dificuldade em encontrar um candidato viável. Está se buscando novos nomes e isso está servindo mais para dividir essa chamado candidatura de centro. Tem o Meirelles, tem o Rodrigo Maia, e isso vai dividindo votos do Alckmin. O cenário está ficando mais aberto ainda. Para o Novo, por exemplo, é positivo ter mais gente se dizendo de centro, sendo na verdade todos da situação. Esse dito centro acaba se diluindo por falta de identificação com uma candidatura forte.

Eu tendo a achar ainda que, no final, acabe ficando o Alckmin mesmo, com o risco de ter um dito outsider, como o Huck, tentando essas forças de centro aglutinarem em um candidato com a maior viabilidade. Vale aqui uma menção: difícil imaginar que um outsider que venha pelos partidos tradicionais apresente uma agenda nova. Tende a ser uma agenda do status quo. Nossa ideia é deixar esse alerta para a população. O que queremos de fato?

 

Com informações de: [MoneyTimes]

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