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Angola decreta o fechamento de mais templos da Igreja Universal

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Instalada no país desde 1992, a Igreja Universal em Angola enfrenta um confronto interno entre grupos antagônicos.

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A Justiça de Angola decretou o fechamento de templos da Igreja Universal localizados em mais quatro regiões do país africano. 

Em agosto, sete templos da Igreja Universal foram fechados a mando da Justiça na capital Luanda

As medidas são fruto de uma investigação iniciada no final de 2019 que apura se a instituição comandada pelo bispo brasileiro Edir Macedo cometeu irregularidades.

Entre os ilícitos apontados pela justiça angola estão a discriminação racial, imposição de vasectomia, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

Em comunicado enviado à agência Lusa, representantes da Universal disseram que foram surpreendidos pela decisão judicial e que os policiais atuaram “de forma truculenta e excessiva, cerceando os membros e fiéis que, na ocasião, estavam exercendo seu direito de liberdade de culto”.

Ainda de acordo com a Universal, os agentes não portavam nenhum mandado ou documentação que comprovasse a legalidade da operação.

Instalada em Angola desde 1992, a Igreja Universal enfrenta um confronto entre dois grupos antagônicos.

Um grupo é formado por brasileiros e angolanos ligados a Edir Macedo e ao líder em Angola, o bispo Honorilton Gonçalves.

O outro é formado por pastores angolanos dissidentes que se autointitulam a “comissão reformada” da Universal e são comandados pelo bispo Valente Bezerra Luís.

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