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Anomalia do Atlântico Sul: campo magnético está enfraquecendo

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Ainda não há explicações para o fenômeno e, portanto, sem condições de prever seu comportamento futuro.

O campo magnético da Terra, vital para a vida no nosso planeta, é uma força complexa e dinâmica que nos protege da radiação cósmica e das partículas carregadas do Sol.

A “Anomalia Magnética do Atlântico Sul” é um fenômeno estranho neste campo magnético, que se estende da América do Sul à África.

Esta anomalia¹ tem causado distúrbios técnicos nos satélites que orbitam a Terra e que passam acima dela, uma vez que o campo magnético é mais fraco nesta região.

Esta anomalia pode ser visualizada na representação abaixo na tonalidade azul. 

Geofísicos começaram a usar dados da constelação de observatórios Swarm, da Agência Espacial Europeia (ESA), para tentar lançar alguma luz sobre o estranho comportamento do magnetismo terrestre na região.

As teorias atuais indicam que o campo magnético é gerado, ao menos em grande parte, por um oceano de ferro líquido superaquecido e em turbilhão que compõe o núcleo externo do planeta, a cerca de 3 mil km abaixo dos nossos pés. 

Atuando como um condutor giratório, semelhante ao que acontece num dínamo de bicicleta, esse fluxo cria correntes elétricas que, por sua vez, geram o nosso campo eletromagnético.

Os geofísicos sabem, no entanto, que esta explicação é parcial porque já se sabe que as as marés oceânicas contribuem para o magnetismo da Terra.

É esperado que as observações do Swarm ofereçam aos geofísicos novas ideias sobre como ocorrem os processos pouco compreendidos do interior da Terra.

Referências: [1]
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