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Após derrota pra Trump, feministas internacionais miram no Brasil

Feministas internacionais miram no Brasil após derrota pra Trump
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O movimento feminista contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) ganhou um apoio de fama mundial nesta sexta-feira (28). Madonna entrou na lista de celebridades internacionais influenciando a eleição brasileira.

Madonna não foi a primeira cantora internacional declarando apoio ao movimento “Ele Não”. Dias atrás, a estrela britânica Dua Lipa também repudiou publicamente o político brasileiro Jair Bolsonaro utilizando a hashtag #EleNão.

Além delas, Ellen Page e Stephen Fry, que já entrevistaram o político, Dan Reynolds, Alfonso Herrera, e o Black Eyed Peas são alguns dos nomes contra a eleição do candidato do PSL.

Os argumentos utilizados pelo movimento para justificar o repúdio a Bolsonaro estão baseados na mesma narrativa utilizada para tentar impedir – sem sucesso – a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos.

Em matéria da EXAME publicada nesta sexta-feira (28), o ator britânico Stephen Fry falou mais sobre porque é contra Bolsonaro:

O discurso que ele usa contra os negros, mulheres e claro, a comunidade LGBTQ em particular, é genuinamente aterrorizante. E vai resultar em mais cabeças quebradas nas calçadas. Mais sangue derramado, mais tortura, mais morte, mais infelicidade, menos aceitação, mais pais chorando. E isso não pode estar certo. Com certeza, o Brasil é melhor que isso.

Mais de 500 dias após sua vitória na corrida presidencial norte-americana, Trump continua sendo perseguido por esta mesma patrulha politicamente correta.

Madonna apareceu na foto contra Bolsonaro – candidato que lidera todas as pesquisas de intenção de votos no Brasil – com a boca tampada e uma inscrição “liberdade”. Além do #EleNão, ela adicionou #EndFacism (acabe com o fascismo).

Um conselho, que muitas vezes é ignorado por boa parte da sociedade, diz que é importante observar e aprender com os erros do passado para não cometê-los novamente no futuro.

Aparentemente, estas celebridades internacionais, vivendo em suas “torres de marfim”, ignoram completamente a revolta da população brasileira com o sistema vigente, o famoso “establishment”.

A maioria silenciosa nos Estados Unidos não escutou os apelos da classe artística e votou em Trump nas eleições de 2016. Será que o mesmo pode acontecer no Brasil ou estes esquerdistas de renome internacional conseguirão vencer esta batalha?

Segundo informações da Renova Mídia, o filósofo Olavo de Carvalho mandou um recado aos artistas aderindo ao movimento contra Bolsonaro:

Independente do que venha a acontecer. É importante que Madonna, que já é uma senhora com 60 anos de idade, mantenha a calma após o resultado do pleito.

Afinal, ela não aparenta lidar muito bem com derrotas. Em protesto na capital americana Washington, em janeiro de 2017, a cantora pop estava tão indignada com a posse de Donald Trump que falou em explodir a “Casa Branca”.

O portal G1 explica melhor:

A cantora pop Madonna, que disse ter pensado em “explodir a Casa Branca” durante um discurso cheio de palavrões durante a Marcha das Mulheres de sábado em Washington, explicou no domingo (22) que falava metaforicamente.

O discurso de Madonna, que foi criticado nas redes sociais, levou alguns canais de televisão a interromperem bruscamente suas transmissões ao vivo da marcha, que atraiu centenas de milhares de pessoas em manifestações em todo o território norte-americano em protesto contra a eleição de Donald Trump como presidente.

Em seu discurso durante o protesto, Madonna direcionou palavras grosseiras aos críticos do protesto. “Aos nossos detratores que insistem que esta marcha nunca dará em nada, vão se f…”, disse a pop star, que depois repetiu a ofensa.

Suas palavras desencadearam críticas imediatas nas redes sociais. No Youtube, onde seu discurso foi mostrado ao vivo e em formatos gravados, vários usuários chamaram a artista de “má”.

Outros expressaram revolta por seu comentário de que pensou em explodir a Casa Branca. No Twitter, alguns usuários exigiram que ela seja investigada por fazer ameaças terroristas.

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