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Aras defende depoimento por escrito de Bolsonaro ao STF

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Aras arquiva citação de porteiro a Bolsonaro no caso Marielle
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Celso de Mello determinou que Bolsonaro fosse ouvido presencialmente nas investigações.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu a possibilidade de um depoimento por escrito do presidente da República, Jair Bolsonaro, em inquérito que apura suposta na Polícia Federal (PF). 

O parecer foi enviado em recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) depois que o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a oitiva presencial de Bolsonaro.

No parecer, segundo o portal UOL, Aras afirmou que a decisão de Celso tem “inconsistência” em seu “raciocínio jurídico”. 

De acordo com o PGR, este cenário possibilita ao presidente deixar de comparecer ou ficar em silêncio durante a oitiva, “situações em que nada acrescentaria à apuração em curso”.

Nesta quarta-feira (23), o ministro Marco Aurélio Mello, que está sob a relatoria do inquérito enquanto o decano se encontra em licença médica, enviou o caso para julgamento no plenário virtual da Corte, que se iniciará no dia 2 de outubro, como noticiou a RenovaMídia.

As investigações apuram as acusações do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, sobre supostas interferências de Bolsonaro na PF.

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