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Araújo aponta 5G como motivo da pressão por sua demissão

Araújo diz que Trump e Bolsonaro se rebelam contra o globalismo

Chanceler brasileiro diz que pressão por sua saída reflete 5G e não vacinas.

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O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, sugeriu, neste domingo (28), que interesses sobre a tecnologia do 5G estão por trás da pressão para que ele seja demitido.

Em mensagem no Twitter, Araújo divulgou o conteúdo de uma conversa reservada com a senadora Kátia Abreu (PP-TO) durante um almoço no Itamaraty.

O chanceler insinuou que Abreu teria defendido interesses do regime comunista da China:

“Em 4/3 recebi a senadora Kátia Abreu para almoçar no MRE. Conversa cortês. Pouco ou nada falou de vacinas. No final, à mesa, disse: ‘Ministro, se o senhor fizer um gesto em relação ao 5G, será o rei do Senado.’ Não fiz gesto algum.” 

Araújo completou:

“Desconsiderei a sugestão inclusive porque o tema 5G depende do Ministério das Comunicações e do próprio Presidente da República, a quem compete a decisão última na matéria.”

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