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Armênia e Azerbaijão determinados a seguir em combate

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Armênia e Azerbaijão determinados a seguir em combate
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"Para que aconteçam negociações, precisamos de uma atmosfera e de condições adequadas”, diz Pachinian.

Nikol Pachinian, primeiro-ministro da Armênia, fechou a porta, nesta quarta-feira (30), para negociações imediatas com o Azerbaijão

A decisão acontece poucas horas depois da votação unânime do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) por uma declaração que pede o “fim imediato dos hostilidades e a retomada de negociações construtivas”.

Em entrevista, segundo a agência France-Presse, Pachinian declarou:

“Para que aconteçam negociações, precisamos de uma atmosfera e de condições adequadas.”

De acordo com os balanços oficiais, os confrontos na região de Nagorno Karabakh já deixaram 98 mortos: 81 combatentes separatistas e 17 civis dos dois lados.

O Azerbaijão não anunciou nenhuma baixa militar. Ambos os lados trocam acusações sobre o início das hostilidades.

O Ministério da Defesa do Azerbaijão afirmou que os combates prosseguem, citando a morte de 2,3 mil separatistas armênios desde o fim de semana.

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