- PUBLICIDADE -

Arqueólogos celebram descoberta da cidade de Aten

Arqueólogos celebram descoberta da cidade de Aten
- PUBLICIDADE -

"Muitas missões estrangeiras procuraram por esta cidade e nunca a encontraram”, diz arqueólogo.

O governo do Egito anunciou, nesta quinta-feira (8), a descoberta da cidade de Aten, que ficou perdida por mais de 3,4 mil anos de idade.

Aten teve seu auge durante o reinado de Amenhotep III, e também durante a regência em que compartilhou o poder com seu filho, Amenhotep IV, o pai de Tutankhamon

Em um comunicado, a professora de egiptologia, Betsy Bryan, da Universidade Johns Hopkins, celebrou a descoberta:

“A descoberta desta cidade perdida é a segunda mais importante da arqueologia desde a tumba de Tutankhamon.”

Bryan acrescentou:

“[As ruínas] vão nos proporcionar um raro retrato da vida dos antigos egípcios, em um momento que pode ser considerado o auge do império.”

Foto: Reprodução/Twitter

Zahi Hawass, arqueólogo egípcio e antigo ministro de assuntos da antiguidade, que liderou a missão, afirmou:

“Muitas missões estrangeiras procuraram por esta cidade e nunca a encontraram.”

E completou:

“Em poucas semanas, para a surpresa de todos, contornos de paredes com tijolos de barro começaram a aparecer, por todos os lados. O que os cientistas descobriram foi o local de uma grande cidade em bom estado de preservação, com paredes quase completas e cômodos cheios de objetos de uso cotidiano, preservados por milhares de anos.”

Aten é mais uma de uma série de descobertas recentes feitas em várias partes do Egito.

O governo espera que as novidades ajudem a reviver a indústria do turismo, a principal fonte de renda do país, que foi duramente prejudicada pela instabilidade política e pela pandemia do coronavírus.

PUBLICIDADE
- PUBLICIDADE -

TÓPICOS

COMPARTILHE

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no reddit
- PUBLICIDADE -
- PUBLICIDADE -
- PUBLICIDADE -