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Arsenal é encontrado com chinês preso no Brasil por roubo de kits de teste

REDAÇÃO RENOVA Mídia

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Arsenal é encontrado com chinês preso no Brasil por roubo de kits de teste
Imagem: Divulgação/Polícia de SP
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O chinês, que estava no local no momento da abordagem policial, estava armado com um pistola e 34 cartuchos, de uso permitido.

Marcos Zheng, vice-presidente da Associação Chinesa do Brasil, é um dos chineses presos, no último sábado (11), pelo roubo de testes rápidos para o novo coronavírus em São Paulo, destaca o jornal Estadão.

A operação policial também prendeu os guarda-costas de Zheng: um policial militar e um sargento da reserva do Exército.

Quando invadiram o local, após render os seguranças, os policiais encontraram um arsenal de armas de grosso calibre. 

Em nome do PM e do sargento, duas pistolas de uso permitido a eles. Com o outro segurança, foram achadas uma arma calibre 12, e um fuzil ponto quarenta. Somados, foram encontrados 90 cartuchos de munições para as armas.

Já com Zheng, que estava no local, também uma pistola e 34 cartuchos, de uso permitido, ainda de acordo com o jornal.

Zheng afirmou à polícia de SP que precisa de proteção, porque já passou cinco dias em um cativeiro, foi roubado e escapou de emboscadas a tiros.

Além disso, durante a operação contra a organização criminosa, a Polícia também confiscou um machado e uma faca tática, R$ 25 mil em dinheiro vivo, US$ 800, e 5 yuans

Lá, também estavam os dois milhões de equipamentos de prevenção ao coronavírus, como máscaras, luvas e macacões, e também as 15 caixas de testes de Covid-19.

Em depoimento à polícia, Zheng afirmou que promovia “laços de amizade” entre o Brasil e a China, tendo intermediado encontros de empresários chineses com o governo de São Paulo e outros políticos. 

Em declaração em papel timbrado, a Associação Chinesa do Brasil falou o seguinte sobre Zheng Xiao Yun, ou Marcos Zheng, que está preso sob a suspeita de liderar uma quadrilha flagrada e presa com 15 mil testes de coronavírus e dois milhões de equipamentos de prevenção roubados.

“Trata-se de um cidadão do bem e contribuiu de forma significativa para estabelecer o laço de amizade entre Brasil e China”, diz a organização.

Com investigados presos, o Ministério Público tem 15 dias para oferecer uma denúncia, se entender que é o caso.

Ainda de acordo com a reportagem do jornalista Luiz Vassalo, no jornal O Estado de S. Paulo:

COM A PALAVRA, O ADVOGADO DANIEL BIALSKI, QUE DEFENDE MARCOS ZHENG

“A prisão em flagrante do nosso cliente não poderia ser efetivada e muito menos mantida diante da ausência de indícios de participação. Por isso, entramos com pedido de relaxamento da prisão combinado com concessão da liberdade provisória com ou sem fiança no plantão do Departamento de Inquéritos Policiais da Capital do Estado de São Paulo. Marcos Zheng não cometeu nenhum ato ilícito. Como proprietário do imóvel, ele apenas alugou parte do espaço desde o último dia 30 de março. A locação foi feita para a empresa RGA Comércio e Importadora Eireli. A situação da locação foi inclusive confirmada pelas testemunhas e o depoimento do próprio delegado de polícia condutor da diligência é a maior prova que Zheng não participou de qualquer forma. Citada autoridade o isenta de envolvimento.

No local, além de funcionar sua empresa, está estabelecida a Associação Xangai no Brasil, da qual Zheng é seu presidente. Além de comerciante respeitável, há anos a entidade que preside vem intermediando acordos comerciais, de cooperação e logística, entre o Brasil e a China. Essa é a razão dele ainda estar indo esporadicamente àquele local. É preciso destacar que a Associação que ele preside auxiliou as Autoridades Governamentais do Estado e cidade de São Paulo, médicos e hospitais brasileiros, colocando-os em contato com médicos chineses de Wuhan, em audiências de videoconferência feitas na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Aguarda-se que essa coação seja reparada rapidamente pelo Poder Judiciário”.

COM A PALAVRA, SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA

A 3ª Delegacia Especializada no Atendimento ao Turista (Deatur) instaurou inquérito policial para prosseguir com as investigações sobre o furto de testes de coronavírus e insumos hospitalares, ocorrido na última quarta-feira (8) no Aeroporto Internacional de Guarulhos. No último sábado (11), policiais prenderam 14 pessoas, após trabalho de inteligencia indicar que o material havia sido transportado para um galpão no Ipiranga, onde foram encontrados e 15 caixas com 14.500 kits, cinco armas de fogo e 435 caixas de máscaras descartáveis. Todos os envolvidos serão ouvidos e todas as circunstâncias relacionadas ao crime serão esclarecidas.

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