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Artista dá ‘vida’ a fotos de prisioneiros de Auschwitz através das cores

A ideia é mostrar com cores o horror escondido na faces dos prisioneiros.

O preto e branco dos retratos de prisioneiros do campo de concentração nazista desapareceu pelas mãos da artista mineira Marina Amaral, que humanizou ainda mais os registros de Auschwitz.

A artista é idealizadora do projeto Faces of Auschwitz que pretende dar cor a uma parte da história cinzenta do campo de concentração.

Marina explicou:

Eu tinha feito uma proposta ao Memorial de Auschwitz, que guarda as fotos dos prisioneiros, em 2016. Mas o pessoal ficou um pouco receoso. Só que quando eu postei a foto daquela menina de 14 anos na internet, eles viram que o trabalho era legal. Depois, até replicaram e aí consegui ter acesso ao material.


A menina a que Marina se refere é Czeslawa Kwoka, de 14 anos, prisioneira do campo de concentração, morta em 1943.

Czeslawa Kwoka, 14 anos, morreu no campo de concentração de Auschwitz

O Memorial e Museu de Auschwitz-Birkenau, na Polônia, liberou quase 40 mil fotos para Marina. Até agora ela já coloriu 25. Cada retrato demora quase duas horas para ficar pronto. O trabalho é feito no Photoshop.

Adaptado da fonte G1

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