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As ‘cozinhas fantasmas’ que só existem em aplicativos de comida

As 'cozinhas fantasmas' que só existem em aplicativos de comida

Por não ser um restaurante tradicional, o controle sanitário é uma das preocupações mais comuns entre os consumidores das “cozinhas fantasmas”.

As “dark kitchens” (cozinhas fantasmas, em tradução livre) tornaram-se atraentes para os empreendedores mundo afora porque precisam de um investimento muito menor do que o necessário para abrir um restaurante tradicional.

Tudo que você precisa para iniciar um negócio é de uma cozinha, um cozinheiro, um produto e um contrato com um aplicativo como Rappi, iFood, Uber Eats, entre outros.

No último ano, as “cozinhas fantasmas” se tornaram populares em vários países da América Latina, principalmente no Brasil, México, Argentina, Chile, Peru e Colômbia.

Alcançar um produto de excelente qualidade é um dos grandes desafios desta indústria em expansão. 

É necessário levar em conta que muitos restaurantes que não têm início em locação física têm sua reputação construída exclusivamente em redes sociais e outros espaços online.

Alguns empreendimentos tiveram um resultado tão positivo que conseguiram se tornar uma franquia e, dessa forma, abrir seus primeiros restaurantes físicos.

Existem cozinhas fantasmas que nasceram assim desde o início. No entanto, muitos outros restaurantes físicos estão fazendo o caminho reverso ao abrir unidades apenas para cozinhar e entregar, sem espaço para clientes.

Confira a reportagem completa sobre este assunto no site da emissora BBC.

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