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‘Ascensão da China como potência militar’ assusta a OTAN

China prepara exército de robôs fortemente armados
BEIJING, CHINA - SEPTEMBER 03: Chinese soldiers march past Tiananmen Square before a military parade on September 3, 2015 in Beijing, China. China is marking the 70th anniversary of the end of World War II and its role in defeating Japan with a new national holiday and a military parade in Beijing. (Photo by Kevin Frayer/Getty Images)
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“A China está muito ativa na África, nos Balcãs Ocidentais e no Ártico”, diz chefe da OTAN.

O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, afirmou que a aliança deve “adaptar-se” para responder, sobretudo, à “ascensão da China como potência militar”.

Em entrevista ao jornal italiano La Repubblica, nesta terça-feira (8), Stoltenberg enfatizou que Pequim “não acredita na democracia”:

“Se não considerarmos a China como um inimigo […], a China não compartilha nossos valores. Ela não acredita na democracia, nem na liberdade de expressão e dos meios de comunicação”

O chefe da OTAN completou:

“A China está muito ativa na África, nos Balcãs Ocidentais e no Ártico. Ela investe maciçamente em infraestruturas essenciais na Europa. É uma referência no ciberespaço. Tudo isso tem um grande impacto na nossa segurança.”

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