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Associação vê motivação política nas críticas ao uso da cloroquina

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Exército tem cerca de 1,8 milhão de doses de cloroquina em estoque
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AMB divulgou nota após a Sociedade Brasileira de Infectologia recomendar o abandono da cloroquina para tratar Covid-19.

A Associação Médica Brasileira (AMB) defendeu a autonomia dos profissionais de saúde para receitarem a hidroxicloroquina para pacientes infectados com o coronavírus

Em uma nota pública, divulgada neste domingo (19), a diretoria da AMB vê motivação política nas críticas ao fármaco:

“[Há um risco de] legado sombrio para a medicina brasileira, caso a autonomia do médico seja restringida, como querem os que pregam a proibição da hidroxicloroquina.”

Apesar de admitir que não há, por ora, “estudos seguros, robustos e definitivos sobre a questão”, a associação diz ser “importante lembrar que o uso off label (não prevista na bula) de medicamentos é consagrado na medicina, desde que haja clara concordância do paciente”.

A AMB ainda alertou que “muitos sairão da pandemia apequenados, principalmente médicos e entidades médicas que escolherem manipular a ciência para usá-la como arma no campo político-partidário”.

No texto, segundo a CNN Brasil, a AMB acrescentou:

“Não podemos permitir que ideologias e vaidades, de forma intempestiva, alimentadas por holofotes, nos façam regredir em práticas já tão respeitadas.” 

E concluiu:

“Não se pode clamar por ciência e adotar posicionamentos embasados em ideologia ou partidarismo, ignorando práticas consolidadas na medicina. Isso é um crime contra a medicina, contra os pacientes e, sobretudo, contra a própria ciência.”

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