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Até morrer virou um desafio na Venezuela do ditador Maduro

A hiperinflação levou o custo dos serviços funerais para além das possibilidades financeiras da maioria dos cidadãos da Venezuela.

Muitos cemitérios não conseguem mais oferecer o serviço de cremação pois causa da escassez de gás natural, que está em baixa oferta mesmo com as gigantescas reservas energéticas do país membro da Opep.

Cidadãos da Venezuela estão sendo enterrados em covas comuns anônimas, em áreas isoladas dos cemitérios, onde tradicionalmente são sepultados indigentes.

Os venezuelanos passaram a escolher cremações, que custam cerca de um terço do preço de enterros, mas a demanda crescente viu os crematórios com dificuldades para obter gás natural.

Membros de uma dezena de famílias disseram em entrevistas que precisam esperar até dez dias.

Até agora, as covas comuns têm sido usadas em Zulia, onde os apagões e a falta de gás chegam a ser mais extremas. Mas os serviços em decadência em outro estados podem chegar a generalizar a prática, informa a agência “Reuters“.

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