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“Atentado contra Bolsonaro foi político”, diz Nêumanne

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Justiça não pode aceitar laudo de insanidade de médicos contratados pela defesa de Adélio, que esfaqueou Bolsonaro, como um ato de loucura, mas um atentado político contra democracia.

O texto abaixo foi escrito pelo jornalista José Nêumanne em seu blog no Estadão.

A facada lançada por Adélio Bispo de Oliveira, ajudante de pedreiro e pedagogo que tentou matar o candidato favorito nas pesquisas, Jair Bolsonaro, do PSL, em Juiz de Fora, não foi um ato tresloucado de um incapaz de perceber a realidade, mas a atitude de um revoltado político.

O laudo médico pericial de insanidade mental apresentado pela defesa não pode ser aceito pela Justiça como verdade científica, mas como tentativa de provar inocência.

A sociedade exige laudo de um perito criminal da Polícia Federal. A facada foi um atentado político contra a liberdade de um cidadão disputar a Presidência da República que atende aos requisitos da lei. O advogado e terapeuta Jacob Pinheiro Goldberg o julga só mais um assassino de político.

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