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Arthur do Val e a denúncia dos supersalários na Alesp

O deputado estadual de São Paulo, Artur do Val (DEM), que ficou famoso pelos seus vídeos no YouTube no canal Mamaefalei, em um discurso na Alesp, denunciou um possível complô entre deputados e servidores do estado, que ganham acima do teto, para aumentarem seus salários.


Em seu discurso, o deputado afirmou que cerca de 24% categoria que seria beneficiada fez doações para parlamentares da Alesp.

Arthur do Val citou um fiscal chamado “Andrezinho” que doou dinheiro ao PT, PRB e PSDB e questionou a motivação, já que os três são ideologicamente incompatíveis. Ele também citou a “Isabelzinha” que doou ao DEM. partido de do Val, e ao PC do B. Ele voltou a criticar a incompatibilidade dos dois partidos e qual seria a motivação de ambos,

Durante a fala foram citados a professora Bebel do PT que recebeu R$ 900, além de Leci Brandão, do PC do B, que recebeu pouco mais de R$ 1000. O deputado Ênio Tatto, do PT, recebeu R$ 15 mil. Caio França, filho do ex-governador e perdedor nas eleições para o governo do Estado de São Paulo Marcio França, recebeu R$ 40 mil. Carlos Giannazido, do PSOL, recebeu R$ 61 mil, o deputado Barba, do PT, abocanhou R$ 34 mil e o tucano Cauê Macris, do PSDB, e presidente da Alesp, recebeu R$ 92 mil.

O deputado destacou que os fiscais do estado possuem uma média salarial de R$ 24,900. O maior salário bruto dos doadores era de R$ 54 mil.

Além disso, ele chamou atenção para uma deputada de Marina Helou da Rede que recebeu R$ 25 mil dos fiscais. Um dos doadores foi Roberto Helou, que recebeu um salário líquido de R$ 92 mil. O sobrenome idêntico dá indícios de uma possível familiaridade entre os dois.

Os fiscais, que fizeram doações aos deputados e recebem acima do teto, receberiam “verbas indenizatórias” caso aprovado. O projeto que custaria R$ 200 milhões aos cofres públicos foi retirado de pauta após a denúncia.

Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da RENOVA Mídia.

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