Ativista foge do YouTube após ser suspenso por denunciar repressão

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Em 15 de junho, o acesso de Bilash à sua conta do YouTube foi temporariamente suspenso.

O ativista Serikzhan Bilash fundou a organização de direitos humanos Atajurt Kazakh, em 2017, para alertar o mundo sobre a repressão do Partido Comunista Chinês contra as minorias na província de Xinjiang.

Através de um canal do YouTube, Bilash compartilhava as experiências de pessoas perseguidas no país asiático, inclusive com depoimentos de familiares de chineses presos na vasta rede de campos de concentração do regime.

Em seus conteúdos, Bilash sempre incluiu informações de identificação pessoal nos vídeos para verificar a identidade das pessoas que prestaram depoimento e de seus familiares detidos.

Agora, a própria plataforma de vídeos que uma vez deu a eles uma voz e uma audiência tentou silenciá-los.

Em 15 de junho, o acesso de Bilash à sua conta do YouTube foi temporariamente suspenso, inicialmente sem explicação”, destaca o jornal Gazeta do Povo.

Dias depois, a empresa esclareceu que revogou o acesso à conta devido ao uso de informações de identificação pessoal pelo canal, o que viola os padrões da comunidade. 

Em seguida, o YouTube decidiu restaurar grande parte dos vídeos removidos do canal. Apesar disso, parte dos vídeos do canal de Atajurt ainda permanecem indisponíveis, destaca o site Olhar Digital.

Em resposta ao comportamento nocivo do YouTube, Bilash transferiu seus vídeos para a plataforma concorrente Odysee, um site construído em um protocolo de blockchain que está rapidamente se tornando um novo lar para pontos de vista que estão fora da agenda politicamente correta.

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