Ativistas ‘exigem’ que jogador da Inglaterra retire tatuagem de fuzil

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Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O atacante Raheem Sterling, da seleção da Inglaterra, defendeu sua tatuagem nova que mostra um fuzil, depois que ativistas contra as armas a descreveram como “repugnante” nesta terça-feira (29).


O atleta do Manchester City publicou uma foto no Instagram durante treino da seleção inglesa onde a tatuagem de um fuzil é perfeitamente visível em sua perna direita.

Fundadora do grupo de ativistas Mães Contra as Armas, Lucy Cope, cujo filho morreu baleado diante de uma casa noturna de Londres em julho de 2002, disse:

A tatuagem é repugnante. Raheem deveria estar morto de vergonha. É totalmente inaceitável. Exigimos que ele remova a tatuagem a laser ou a cubra com outra tatuagem. Se ele se recusar, deveria ser tirado da seleção inglesa.

O jogador de 23 anos, Raheem Sterling, voltou ao Instagram para se defender:

Quando eu tinha dois anos meu pai foi morto a tiros e eu prometi a mim mesmo que jamais tocaria em uma arma na minha vida, eu chuto com o pé direito, então tem um significado mais profundo e ainda não foi concluída.

 

Com informações de Reuters Brasil

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