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Átomos são observados em resolução recorde

Átomos são observados em resolução recorde
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Agora podemos descobrir onde estão os átomos de uma maneira muito fácil.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, publicou um estudo com a maior resolução de visualização de um átomo.

Liderada pelo professor David Muller, a equipe usou um detector de matriz de pixels de microscópio eletrônico (EMPAD) para produzir uma imagem do átomo aumentada em 100 milhões de vezes. 

A resolução ficou tão bem ajustada que só há um borrão, causado pela oscilação térmica dos próprios átomos.

Reconstrução pticográfica dos elétrons de um cristal de PrScO3, aumentado 100 milhões de vezes | Foto: Divulgação/Cornell

O trabalho foi publicado, na última quinta-feira (20), na revista Science, com o título “Pticografia de elétrons atinge limites de resolução atômica definidos por vibrações reticuladas”.

O pesquisador David Muller comentou:

“Basicamente, agora podemos descobrir onde estão os átomos de uma maneira muito fácil. Isso abre um monte de novas possibilidades de medição de coisas que queríamos por muito tempo.”

E acrescentou:

“Ele também resolve um problema antigo – desfazer a dispersão múltipla do feixe na amostra, que Hans Bethe estabeleceu em 1928 – que nos impedia de fazer isso no passado.”

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