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Autonomia não é soberania, diz Mendonça sobre PF

Instituições devem respeitar o voto popular, diz Mendonça
Imagem: Léo Pinheiro / Valor

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“O que a gente cobra é que persigam crime de modo parcial, de modo isento, sem perseguição de grupo A ou B”, diz Mendonça.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, afirmou, nesta sexta-feira (3), ser “ilusório pensar” que qualquer presidente, ministro ou político tem capacidade de interferir na Polícia Federal (PF). 

Em live promovida pelo BTG Pactual, Mendonça declarou:

“Então elucubrar uma interferência no trabalho da Polícia Federal é impensável. E não é nesse governo. É em qualquer governo. Qualquer governo que tente isso não vai ter êxito. Pelo contrário. Terá contra si uma avaliação não só política, mas de uma situação de risco jurídico evidente.”

Mendonça ponderou que a autonomia e independência da corporação não “significa soberania de atuação”:

“Eu, como ministro, demando atuação efetiva da PF, cobro resultado, quero saber se estão fazendo operações, quais dificuldades estão tendo. Seria irresponsável se eu não o fizesse, se presidente da República não cobrasse isso.”

Segundo o portal Terra, o ministro completou:

“O que a gente cobra é que persigam crime de modo parcial, de modo isento, sem perseguição de grupo A ou B, que tenham atuação responsável.”

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