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Bachelet assinou manifesto a favor de Lula Livre em 2018

Bachelet assinou manifesto pedindo Lula Livre em 2018
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Pouco mais de um ano atrás, Bachelet tentava interferir nas eleições brasileiras a favor do condenado Lula da Silva.

Apesar de ocupar o cargo de Alta Comissária da ONU, a esquerdista Michelle Bachelet, que já integrou o Foro de São Paulo, tem um histórico de interferência em questões internas do Brasil.

Em julho de 2018, a ex-presidenta do Chile liderou a divulgação de um manifesto — assinado por outros 42 políticos e personalidades do seu país — em que apelava ao Judiciário brasileiro para que garantisse o condenado Lula da Silva nas eleições de outubro.

A situação causou um intenso desconforto no atual governo do Chile. O chanceler Roberto Ampuero precisou pedir “prudência” e destacar que “o Brasil é um Estado de direito, tem um Poder Judicial que é independente, tem uma maturidade e uma estabilidade enorme, é um grande parceiro comercial”.

Alguns dias após a divulgação da carta, Bachelet viajou ao Brasil para participar da conferência inaugural do Congresso de Saúde Coletiva, no Rio de Janeiro.

Durante o evento, Bachelet juntou-se ao coro por “Lula Livre” entoado por militantes de esquerda. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, compartilhou o momento em suas redes sociais.

Pouco mais de um ano depois, agora em um alto cargo na Organização das Nações Unidas (ONU), Bachelet voltou a interferir na soberania brasileira, desta vez atacando as forças de segurança do país.

Durante entrevista coletiva em Genebra, nesta quarta-feira (4), Bachelet alertou sobre uma suposta “redução do espaço democrático” no Brasil.

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