Banco Central diz que riscos fiscais implicam alta nas projeções de inflação

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Riscos fiscais implicam alta nas projeções de inflação, diz Banco Central.

O aumento dos preços de alimentos, combustíveis e energia e novos prolongamentos das políticas fiscais de combate aos efeitos da pandemia levaram o Banco Central a manter a trajetória mais contracionista para a política monetária, para conter o avanço da inflação. 

A avaliação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, que foi divulgada nesta terça-feira (28).

De acordo com o Copom, novos prolongamentos das políticas fiscais pressionam a demanda agregada (procura por bens e serviços) e pioram a trajetória fiscal, de comprometimento das contas públicas. 

Apesar da melhora recente nos indicadores de sustentabilidade da dívida pública, o risco fiscal elevado segue criando uma assimetria altista no balanço de riscos, ou seja, com trajetórias para a inflação acima do projetado no horizonte relevante para a política monetária”, diz a ata do BC.

Em agosto, a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou no maior nível para o mês desde 2000 e acumula 9,68% em 12 meses, pressionado pelo dólar, pelos combustíveis e pela alta da energia elétrica.

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