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Bandeiras da União Europeia queimadas na Bulgária

Protestos tomaram conta das ruas de Sofia com manifestantes queimando bandeiras da União Europeia para denunciar o isolamento da Bulgária dentro do bloco.

As manifestações tiveram inicio na mesma noite em que a Bulgária assumiu, pela primeira vez, a Presidência do Conselho Europeu de janeiro até junho de 2018.

Muitos cidadãos búlgaros não concordam com muitas da políticas impostas pelo grupo europeu contra os Estados membros e criticam o isolamento da Bulgária.

George Pykov, um búlgaro que atualmente é membro do comitê executivo da Young Independence e estuda Direito na Universidade de Portsmouth disse ao jornal britânico Express:

A União Europeia não tem interesse na Bulgária ou em qualquer país da Europa Oriental.

Além do isolamento imposto pela União Europeia, os manifestantes também denunciam a corrupção e reclamam da baixa qualidade de vida no país.

Policiais e bombeiros estão com protestos marcados para pedir aumento salarial de 15%. O primeiro-ministro búlgaro, Boiko Borisov, recebeu nesta manhã membros do sindicato dos policiais, aos quais prometeu 50 milhões de euros em salários.

As autoridades reagiram a esta onda de protestos reconhecendo que é um direito nas sociedades democráticas, mas questionando a coincidência com a inauguração da Presidência da UE e a intenção “manchar a reputação e a imagem da Bulgária”.

 

Com informações de: (1) (2)
Tarciso Morais

Tarciso Morais

Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

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