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Bannon critica papa Francisco por acordo entre China e Vaticano

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Bannon critica papa Francisco por acordo entre China e Vaticano
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O estrategista político Steve Bannon conversou na última quinta-feira (11) com Raymond Arroyo, durante uma aparição no programa da EWTN, The World Over.

O líder do grupo direitista “The Movement” criticou o Papa Francisco não apenas por se aliar aos “globalistas” na questão da imigração, mas também por fechar um acordo com o regime comunista da China sobre a nomeação de bispos católicos.

Steve Bannon, um cristão de 65 anos, disse que o Vaticano está menosprezando as mazelas enfrentadas por fiéis católicos na China ao acertar um acordo com o presidente Xi Jinping.

Steve Bannon ainda afirmou que igrejas estão sendo demolidos diariamente na China e que as elites chinesas estão destruindo a religião, agindo como senhores de escravos sobre os cidadãos comuns.

O estrategista político pediu abertura e transparência no “acordo secreto” alcançado entre o Vaticano e a China.

Bannon também criticou o Papa Francisco por condenar o “movimento nacionalista de soberania populista” e por tomar “o lado dos globalistas – os Macrons do mundo, os Merkels do mundo – em todas as situações”.

Bannon disse que é “inaceitável” para o Papa “martelar” e “ridicularizar” políticos e católicos que estão simplesmente tentando resolver a crise migratória, a fim de recuperar seus países para que eles não implodam.

A conversa de Bannon e com Arroyo ainda abordou uma ampla gama de assuntos, desde a cúpula do abuso sexual no Vaticano até as ramificações políticas do relatório do procurador especial Robert Mueller, que inocentou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de qualquer conluio com o governo da Rússia.

Confira a entrevista completa (em inglês):

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