Barcos pesqueiros da China devastam áreas da América Latina

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Pesqueiros do regime comunista promovem pesca ilegal e predatória.

Uma armada com centenas de barcos da China passa o ano todo pescando na América Latina

As embarcações chinesas desligam os transmissores, invadem áreas proibidas e devastam a população de várias espécies marinhas. 

Estes barcos pesqueiros são ajudados por uma frota de navios cargueiros — e, por isso, não precisam ir embora nunca.

Os barcos da China pescam atum, polvo, lula, tubarão, arraia, merluza, moluscos e outras espécies, muitas vezes de forma predatória e ilegal. 

O argentino Milko Schvartzman, da ONG Círculo de Políticas Ambientales, destaca que os chineses usam a “pesca de arrasto”, um método que consiste em usar grandes redes com correntes, que descem para o fundo do mar e vão pegando tudo o que encontram, sem distinção de espécie. 

Os barcos pesqueiros tradicionais retornam ao porto quando estão cheios, mas a armada chinesa tem a capacidade de operar o ano inteiro, sem precisar voltar para casa.

Os pescadores chineses são auxiliados pelos navios cargueiros, que trazem combustível e mantimentos e levam embora os peixes já congelados para a China. 

Por aqui na América Latina, a armada chinesa opera no Peru, no Chile, no Equador, na Argentina e no Brasil, mas a operação mundial é bem mais ampla.

Cada país tem sua zona econômica exclusiva (ZEE), uma faixa de água de 360 km onde só

ele pode pescar. 

No entanto, os navios chineses se posicionam bem no limite da ZEE, e às vezes invadem essa área – o que é ilegal.

De acordo com a ONG Overseas Development Institute, do Reino Unido, é estimado que a “frota de águas distantes” da China seja composta por quase 17 mil barcos, cinco vezes mais do que se acreditava anteriormente.

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