Barreiras instaladas pela Vale não contêm rejeitos em Brumadinho

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Barreiras instaladas pela Vale não contêm rejeitos em Brumadinho
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

As barreiras instaladas no rio Paraopeba para conter os rejeitos de mineração que vazaram após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho não são suficientes para conter a poluição.

Dias após a tragédia em Brumadinho, ocorrida no dia 25 de janeiro, a mineradora Vale instalou duas membranas no Rio Paraopeba.

Um dos objetivos era garantir a captação de água em Pará de Minas, a cerca de 40 quilômetros de Brumadinho. A estrutura tem 50 metros de comprimento e chega de dois a três metros de profundidade.

Medições feitas na terça-feira (5) pela equipe da SOS Mata Atlântica, que faz uma expedição para monitorar a qualidade da água, apontaram que as duas membranas retêm somente cerca de 50% do volume de rejeitos.

Segundo a mineradora, o uso das barreiras, que funcionariam como filtro, foi apresentado ao Ministério Público e aos órgãos ambientais como medida preventiva.

Uma terceira membrana entrou em operação nessa terça-feira, informa a DW.

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